domingo, 24 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Consideraçoes do grupo a respeito do filme A primeira vista.
Com a análise do filme A primeira vista, podemos concluir
por fim o intuito desta matéria, mostrar que ver é diferente de enxergar e que
as vezes as pessoas não precisam ver fisicamente para enxergar algo belo, e que
a beleza não é relativa, é algo que podemos criar e mostrar ao mundo. No filme
vemos a historia de Vilgil, um homem por volta dos 30 anos que é cego dês dos 3
anos de idade, assim ele já se acostumou com a cegueira e consegue fazer tudo o
que alguém que possui visão consegue, ele possui um emprego de massagista na
cidade em que mora, era de certa forma independente e fazia tudo sozinho
inclusive patinar no gelo, mostrando que não precisamos ser perfeito para fazer aquilo
que se queremos, basta apenas determinação e força de vontade. Virgil não enxergava,
mas sentia o mundo em sua volta e conseguia definir o que era feio e o que era
belo, ele enxergava tudo ao seu redor com o toque de suas mãos e apreciava as
pessoas, os sons os cheiros e etc. É importante percebemos que existe um mundo além
daqueles que enxergamos e ele está bem na nossa frente basta sentir e ficar atento
aos sinais, como Virgil ficava ao perceber sentimentos ação natural como a
chuva, noção espacial ao contar seus passos para chegar a determinado ambiente.
Certo dia virgil conhece uma mulher, e experimenta novas sensações com ela, e
ela percebe como ele mesmo cego enxerga o mundo de uma forma bela e agradável.
Logo eles começam uma relação e ela sugere dele fazer uma cirurgia para poder
ver. Nessa hora o personagem percebe que nem tudo aquilo que sentidos é a
realidade completa, como no momento em que a mulher passa reto por uns mendigos
como se eles não estivessem ali, Virgil que ver, mas a menina ignora e assim
ele percebe que as vezes a gente vê aquilo que a gente escolhe. Por mais que
fosse benéfico restaurar a visão do personagem estaríamos destruindo um mundo
que levou mais de vinte anos para se criar, além de uma adaptação demorada e
dolorosa a um novo mundo. O que o fez perder a essência da sua vida e chocar
com algumas realidades que não estava acostumado como cores, horizonte. Sendo assim
não é preciso ver com os olhos, mas sim com a imaginação de que a vida é bela. O
personagem acaba concluindo por fim que enxergava as coisas melhor quando era
cego, pois sentia com o coração, e não com os olhos de um mundo desgastado.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 11 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
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